Renata Lira passou a semana ensinasndo as crianças a preparar mudas de açai em reciclagem de embalagens industriais.
As fotos registram as mudas feitas por Rafael e MNaria Luiza Lira.
A Irmandade dos Rosário é uma comunidade negra e atua informalmente preservando a cultura e as tradições da família Aviz do Rosário, originária dos Campos de Bragança - nordeste do Pará. Parte da família veio para a zona metropolitana de Belém através dos fluxos migratórios, mas mesmo na cidade tentam manter os costumes de sua cultura de origem.
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terça-feira, 1 de maio de 2012
Tá na época de colher cacau.
Uma festa para quem gosta de alimentação saudável, os cacaueiros plantados pela Odiléa do Rosário Lira já estão dando frutos. São cacaus roxos que estão fazendo a alegria da criançada.
domingo, 8 de abril de 2012
Magia de Jinsaba - mutirão de reflorestamento em abril.
Mais uma vez Maria José Aviz do Rosário reuniu as crianças e os jovens da Irmandade dos Rosário em ação de educação ambiental. Foi neste domingo, 1 de abril - um mutirão
de plantio de mudas de árvores nativas na mata que protege a nascente de água do
sítio.
Foram plantadas mudas de cajuí (ou caju-açu), castanheira, andiroba, uxi, pupunha, açai e outras espécies frutíferas que foram levadas
para as clareiras abertas pelas recente queda de árvores adultas.
O mutirão teve a participação de Bruna Suelen e Fernando do Pádua, que desenvolvem um projeto ambiental parecido na ilha de Colares, e eles levaram mudas de jambeiros na promessa de trazerem de lá outras mudas de árvores de uxi, piquiá e abil.
Neste mutirão, os jovens ainda iniciaram a coleta dos dejetos que estão poluindo o rio Uriboca, e apontaram para a necessiade de uma ação efetiva de limpeza do rio.
O projeto “A magia de Jinsaba – sem folhas não tem ritual”, é desenvolvido pela Irmandade dos Rosário em parceira com o Instituto Nangetu, relacionando a preservação do meio ambiente à preservação dos conhecimentos tradicionais.
Fotos de Analidia do Roário
A preservação da nascente é uma preopação da Irmandade dos Rosário.
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O mutirão teve a participação de Bruna Suelen e Fernando do Pádua, que desenvolvem um projeto ambiental parecido na ilha de Colares, e eles levaram mudas de jambeiros na promessa de trazerem de lá outras mudas de árvores de uxi, piquiá e abil.
Neste mutirão, os jovens ainda iniciaram a coleta dos dejetos que estão poluindo o rio Uriboca, e apontaram para a necessiade de uma ação efetiva de limpeza do rio.
O projeto “A magia de Jinsaba – sem folhas não tem ritual”, é desenvolvido pela Irmandade dos Rosário em parceira com o Instituto Nangetu, relacionando a preservação do meio ambiente à preservação dos conhecimentos tradicionais.
Fernando levou mudas de jambeiro para a ilha de Colares.
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Magia de Jinsaba - mutirão de reflorestamento em fevereiro.
Maria José do Rosário reuniu os jovens da Irmandade dos Rosário para um mutirão de plantio de mudas de árvores nativas na mata que protege a nascente de água do sítio. Foram plantadas mudas de mogno, castanheira e andiroba, que foram levadas para as clareiras abertas pelas recente queda de árvores adultas.
O projeto “A magia de Jinsaba – sem folhas não tem ritual”, é desenvolvido pela Irmandade dos Rosário em parceira com o Instituto Nangetu, relacionando a preservação do meio ambiente à preservação dos conhecimentos tradicionais.
O projeto “A magia de Jinsaba – sem folhas não tem ritual”, é desenvolvido pela Irmandade dos Rosário em parceira com o Instituto Nangetu, relacionando a preservação do meio ambiente à preservação dos conhecimentos tradicionais.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Relato da sesão do cineclube do dia 12 de setembro de 2011 - Filme: Zumbi somos nós.
Vídeo com o relato do Cacau sobre a sessão cineclubista com o Filme "Zumbi somos nós".
Zumbi Somos Nós propõe uma reflexão sobre questões raciais na sociedade brasileira contemporânea e a criação de estratégias artísticas para responder a estas questões, inscrevendo na vida cotidiana novas formas de olhar, pensar e agir. Deixamos aqui o vídeo com o relato do Sr. Sérgio Ricardo (o Cacau) sobre essas questões à partir de sua vivência em Ananindeua
O cineclube é uma parceria da Irmandade dos Rosário com o Conselho de Associações das organizações dos moradores das comunidades Sta. Helena, Jardim Botânico, Samambaia, São José, Geraldo Palmeira, Nova Independência, Maria Pantoja, Nair Cabral e Fernando Correia. Conta com o apoio e parceria da rede [aparelho]-: que colabora com empréstimo de equipamentos de projeção, do Cineclube Nangetu/ Projeto Azuelar que fornece os filmes de seu acervo, da Federação Paraense de Cineclubes - PARACINE e Conselho Nacional de Cineclubes que, além do apoio institucional, contribuem com o debate ao final da sessão.
Zumbi Somos Nós propõe uma reflexão sobre questões raciais na sociedade brasileira contemporânea e a criação de estratégias artísticas para responder a estas questões, inscrevendo na vida cotidiana novas formas de olhar, pensar e agir. Deixamos aqui o vídeo com o relato do Sr. Sérgio Ricardo (o Cacau) sobre essas questões à partir de sua vivência em Ananindeua
O cineclube é uma parceria da Irmandade dos Rosário com o Conselho de Associações das organizações dos moradores das comunidades Sta. Helena, Jardim Botânico, Samambaia, São José, Geraldo Palmeira, Nova Independência, Maria Pantoja, Nair Cabral e Fernando Correia. Conta com o apoio e parceria da rede [aparelho]-: que colabora com empréstimo de equipamentos de projeção, do Cineclube Nangetu/ Projeto Azuelar que fornece os filmes de seu acervo, da Federação Paraense de Cineclubes - PARACINE e Conselho Nacional de Cineclubes que, além do apoio institucional, contribuem com o debate ao final da sessão.
sábado, 23 de julho de 2011
01 de agosto, segunda-feira, 18:30 - Cineclube da Irmandade no Projeto SEMEAR.
BR. 316, Km 12, Pass. Dona Ana Portela, Alameda Alcebíades, 950.
01 de agosto, segunda-feira, 18:30
Filmes:
Emília escreve um diário, de Tata Amaral. 3'10”. 2009.
A menina espantalho, Cássio Pereira dos Santos, 12'9", 2008
Águas de Romanza, de Gláucia Soares e Patrícia Baia. 15'. 2002.
As férias de lord Lucas, de Tatiana Nequete. 14'50”. 2008.
Ernesto no país do futebol, de André Queiroz e Thaís Bologna. 14'. 2009.
O céu de Iracema, de Iziane Filgueiras Mascarenhas. 10'51”. 2002.
Tainá-Kan, a grande estrela. de Adriana Figueiredo. 15 min. 2006.
Após a exibição haverá
roda de conversa sobre os filmes
O cineclube é uma parceria da Irmandade dos Rosário com o Conselho de Associações das organizações dos moradores das comunidades Sta. Helena, Jardim Botânico, Samambaia, São José, Geraldo Palmeira, Nova Independência, Maria Pantoja, Nair Cabral e Fernando Correia. Conta com o apoio e parceria da rede [aparelho]-: que colabora com empréstimo de equipamentos de projeção, do Cineclube Nangetu/ Projeto Azuelar que fornece os filmes de seu acervo, da Federação Paraense de Cineclubes - PARACINE e Conselho Nacional de Cineclubes que, além do apoio institucional, contribuem com o debate ao final da sessão.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
17 de julho, domingo, sessão cineclubista para crianças - programa de férias do Conselho de Associação de moradores.
A Irmandade dos Rosário está em parceria com o Conselho de Associações das organizações dos moradores das comunidades Sta. Helena, Jardim Botânico, Samambaia, São José, Geraldo Palmeira, Nova Independência, Maria Pantoja, Nair Cabral e Fernando Correia, para realizar uma programação cultural e educativa que atenda crianças e jovens dessas comunidades localizadas entre a área central e o bairro Dona Ana em Ananindeua.
Neste domingo, dia 17 de julho, esta parceria promove uma sessão de cineclube com filmes para crianças com a indicação etária de 10 anos e a entrada franca. A sessão inicia 18h na Br 316, Km 12 (altura da barreira da PRF), Pasagem Dona Ana Portela, Alameda Alcebíades, 950 - Ananindeua/PA. São filmes brasilerios de animação e ficção, inclusive com estórias amazônicas, que apresentam um universo variado de temas de interesse infanto-juvenil.
A sessão cineclubista ainda conta com o apoio e parceria da rede [aparelho]-: que colabora com empréstimo de equipamentos de projeção, do Cineclube Nangetu/ Projeto Azuelar que fornece os filmes de seu acervo, da Federação Paraense de Cineclubes - PARACINE e Conselho Nacional de Cineclubes que além do apoio institucional contribuem com o debate ao final da sessão.
Veja a lista de filmes deste domingo:
CALANGO, de Alê Camargo, 2007, 8 min.
Sinopse: Um esfomeado calango decide que um grilo será sua próxima refeição... mas as coisas não serão tão simples quanto ele imagina. Ação, humor e uma perseguição desenfreada numa animação 3D bem brasileira...
NAS ASAS DO CONDOR, de Cristiane Garcia, ficção-animação, 2007, 20 min
Sinopse: Milton é um menino de saúde frágil que encontra nas asas de uma velha aeronave a cura para uma grave crise respiratória. Essa experiência lhe dá uma nova visão de mundo, da Amazônia, dos amigos, da família. Baseado no conto de Milton Hatoum.
IMAGINE UMA MENINA COM CABELOS DE BRASIL, de de Alexandre Bersot, animação, 2010, 10 min
Sinopse: O cabelo, a fronteira final. Entre caretas e escovas, as viagens de uma menina em busca de aceitação.
A ONDA - FESTA NA POROROCA, de Cássio Tavernard. animação,2005.12 min.
Sinopse: Com roteiro original de Adriano Barroso, conta a história de uma festa que os bichos organizam no fundo do rio para esperar a passagem da Pororóca. Enquanto isso, na superfície, dois surfistas do sul tentam a aventura de "domar" a onda da pororóa. Estas ondas nos rios da Amazônia são um fenômeno natural. No Pará, o principal município atingido é de São Domingos do Capim. No dialeto indígena do baixo Amazonas, o fenômeno da pororoca tem o seu significado exato: Poroc-poroc significa destruidor.
O RAPTO DO PEIXE-BOI, de Cássio tavernard e Rodrigo Aben-Athar, animação, 2009. 15 min.
Sinopse: O Caranguejo tá organizando mais uma festa e o Peixe Boi responsável pelo transporte da aparelhagem, desapareceu e a turma da pororoca tenta desvendar esse mistério. Uma aventura divertida com trilha sonora de compositores paraenses, interpretadas pela Orquestra Sinfônica do Teatro da Paz e participação especial do Mestre Vieira.
Neste domingo, dia 17 de julho, esta parceria promove uma sessão de cineclube com filmes para crianças com a indicação etária de 10 anos e a entrada franca. A sessão inicia 18h na Br 316, Km 12 (altura da barreira da PRF), Pasagem Dona Ana Portela, Alameda Alcebíades, 950 - Ananindeua/PA. São filmes brasilerios de animação e ficção, inclusive com estórias amazônicas, que apresentam um universo variado de temas de interesse infanto-juvenil.
A sessão cineclubista ainda conta com o apoio e parceria da rede [aparelho]-: que colabora com empréstimo de equipamentos de projeção, do Cineclube Nangetu/ Projeto Azuelar que fornece os filmes de seu acervo, da Federação Paraense de Cineclubes - PARACINE e Conselho Nacional de Cineclubes que além do apoio institucional contribuem com o debate ao final da sessão.
Veja a lista de filmes deste domingo:
CALANGO, de Alê Camargo, 2007, 8 min.
Sinopse: Um esfomeado calango decide que um grilo será sua próxima refeição... mas as coisas não serão tão simples quanto ele imagina. Ação, humor e uma perseguição desenfreada numa animação 3D bem brasileira...
NAS ASAS DO CONDOR, de Cristiane Garcia, ficção-animação, 2007, 20 min
Sinopse: Milton é um menino de saúde frágil que encontra nas asas de uma velha aeronave a cura para uma grave crise respiratória. Essa experiência lhe dá uma nova visão de mundo, da Amazônia, dos amigos, da família. Baseado no conto de Milton Hatoum.
IMAGINE UMA MENINA COM CABELOS DE BRASIL, de de Alexandre Bersot, animação, 2010, 10 min
Sinopse: O cabelo, a fronteira final. Entre caretas e escovas, as viagens de uma menina em busca de aceitação.
A ONDA - FESTA NA POROROCA, de Cássio Tavernard. animação,2005.12 min.
Sinopse: Com roteiro original de Adriano Barroso, conta a história de uma festa que os bichos organizam no fundo do rio para esperar a passagem da Pororóca. Enquanto isso, na superfície, dois surfistas do sul tentam a aventura de "domar" a onda da pororóa. Estas ondas nos rios da Amazônia são um fenômeno natural. No Pará, o principal município atingido é de São Domingos do Capim. No dialeto indígena do baixo Amazonas, o fenômeno da pororoca tem o seu significado exato: Poroc-poroc significa destruidor.
O RAPTO DO PEIXE-BOI, de Cássio tavernard e Rodrigo Aben-Athar, animação, 2009. 15 min.
Sinopse: O Caranguejo tá organizando mais uma festa e o Peixe Boi responsável pelo transporte da aparelhagem, desapareceu e a turma da pororoca tenta desvendar esse mistério. Uma aventura divertida com trilha sonora de compositores paraenses, interpretadas pela Orquestra Sinfônica do Teatro da Paz e participação especial do Mestre Vieira.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Óleo de andiroba - segunda etapa do processo.
Chegado o dia de preparar a massa para o 'escorrer da andiroba'. Xandu reuniu membros da irmandade dos Rosário para ensinar os procedimentos para obter o óleo.
As amêndoas foram quebradas e do seu interior se reitirou a matéria que, depois de amassada, foi colocada em uma calha feita de lata de manteiga para esperar o óleo de andiroba escorrer.
Antes de completar uma semana de espera do escorrer do óleo, a Irmandade já registrou quase 300 ml de óleo produzido.
Esses processos de aprendizagem em que é necessário acompanhar e ajudar o trabalho da Mestra do Conhecimento para poder aprender fazendo junto é parte do projeto “A magia de Jinsaba – sem folhas não tem ritual”, desenvolvido pela Irmandade dos Rosário em parceira com o Instituto Nangetu, onde a preservação do meio ambiente está intimamente ligado à preservação dos conhecimentos tradicionais.



As amêndoas foram quebradas e do seu interior se reitirou a matéria que, depois de amassada, foi colocada em uma calha feita de lata de manteiga para esperar o óleo de andiroba escorrer.
Antes de completar uma semana de espera do escorrer do óleo, a Irmandade já registrou quase 300 ml de óleo produzido.
Esses processos de aprendizagem em que é necessário acompanhar e ajudar o trabalho da Mestra do Conhecimento para poder aprender fazendo junto é parte do projeto “A magia de Jinsaba – sem folhas não tem ritual”, desenvolvido pela Irmandade dos Rosário em parceira com o Instituto Nangetu, onde a preservação do meio ambiente está intimamente ligado à preservação dos conhecimentos tradicionais.
Cineclube da Irmandade dos Rosário debate o racismo nas escolas.
No dia 17 de janeiro o cineclube exibiu o filme Vista a minha pele. Ficcional-educativo, direção Joel Zito Araújo & Dandara. 15 min. Brasil 2004.
Sinopse: VISTA A MINHA PELE é uma divertida paródia da realidade brasileira, para servir de material básico para discussão sobre racismo e preconceito em sala-de-aula. Nesta história invertida, os negros são a classe dominante e os brancos foram escravizados. Maria, é uma menina branca pobre, que estuda num colégio particular graças à bolsa-de-estudos que tem pelo fato de sua mãe ser faxineira nesta escola. A maioria de seus colegas a hostilizam, por sua cor e por sua condição social, com exceção de sua amiga Luana, filha de um diplomata que, por ter morado em países pobres, possui uma visão mais abrangente da realidade. Maria quer ser "Miss Festa Junina" da escola, mas isso requer um esforço enorme, que vai desde a predominância da supremacia racial negra (a mídia só apresenta modelos negros como sinônimo de beleza), a resistência de seus pais, a aversão dos colegas e a dificuldade em vender os bilhetes para seus conhecidos, em sua maioria muito pobres. Maria tem em Luana uma forte aliada e as duas vão se envolver numa série de aventuras para alcançar seus objetivos.Vencer ou não o Concurso não é o principal foco do vídeo, mas sim a disposição de Maria em enfrentar essa situação. Ao final ela descobre que, quanto mais confia em si mesma, mais possibilidades ela tinha de convencer outros de sua chance de vencer. "VISTA A MINHA PELE" pretende colaborar com a discussão sobre discriminação no Brasil através de um produto atraente, com linguagem ágil e atores conhecidos do público.
Para Alzira do Rosário as situações retratadas pareceram exageradas, etretanto ela considerou o filme como 'necessário' para a percepção da discriminação racial no ambiente escolar.


As sessões tem o apoio e a parceria do Cineclube Nangetu e da rede [aparelho]-:
Sinopse: VISTA A MINHA PELE é uma divertida paródia da realidade brasileira, para servir de material básico para discussão sobre racismo e preconceito em sala-de-aula. Nesta história invertida, os negros são a classe dominante e os brancos foram escravizados. Maria, é uma menina branca pobre, que estuda num colégio particular graças à bolsa-de-estudos que tem pelo fato de sua mãe ser faxineira nesta escola. A maioria de seus colegas a hostilizam, por sua cor e por sua condição social, com exceção de sua amiga Luana, filha de um diplomata que, por ter morado em países pobres, possui uma visão mais abrangente da realidade. Maria quer ser "Miss Festa Junina" da escola, mas isso requer um esforço enorme, que vai desde a predominância da supremacia racial negra (a mídia só apresenta modelos negros como sinônimo de beleza), a resistência de seus pais, a aversão dos colegas e a dificuldade em vender os bilhetes para seus conhecidos, em sua maioria muito pobres. Maria tem em Luana uma forte aliada e as duas vão se envolver numa série de aventuras para alcançar seus objetivos.Vencer ou não o Concurso não é o principal foco do vídeo, mas sim a disposição de Maria em enfrentar essa situação. Ao final ela descobre que, quanto mais confia em si mesma, mais possibilidades ela tinha de convencer outros de sua chance de vencer. "VISTA A MINHA PELE" pretende colaborar com a discussão sobre discriminação no Brasil através de um produto atraente, com linguagem ágil e atores conhecidos do público.
Para Alzira do Rosário as situações retratadas pareceram exageradas, etretanto ela considerou o filme como 'necessário' para a percepção da discriminação racial no ambiente escolar.
As sessões tem o apoio e a parceria do Cineclube Nangetu e da rede [aparelho]-:
As crianças da irmandade aprendem a fazer horta caseira.
Escoamento de água
Com a chegada do período das chuvas, a Irmandade dos Rosário se reuniu para a manutenção das valas do sistema de escoamento de água, o trabalho é importante, pois garantir o bom escoamento das águas de chuva ajuda a preservar os 'olhos d'água' e os lagos e fontes naturais.
Tanto esforço terminou em almoço e confraternização em família.









Tanto esforço terminou em almoço e confraternização em família.
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